Como Gerenciar Um Prédio Durante Uma Pandemia?

  • Matheus Eufrasio
  • Notícias
  • Nenhum comentário

Gerenciar um condomínio durante a pandemia não é uma tarefa simples. Afinal, os síndicos passaram a enfrentar novos desafios: como lidar com assembleias, obras e usos de áreas comuns em tempos de distanciamento e isolamento social? Nesse sentido, foi fundamental colocar em prática medidas de prevenção à COVID-19 e, assim, garantir a segurança dos moradores.

Não é segredo para ninguém que o coronavírus afetou a todos e mudou a rotina de profissionais, empresas e, como não podia ser diferente, transformou também a vida dos moradores de condomínios. Por isso, os cuidados que já eram importantes para a vida em conjunto, como limpeza, atenção aos barulhos e o senso coletivo, se intensificaram apressadamente com medidas para tentar barrar os casos da doença dentro dos edifícios. 

Síndicos e administradoras de condomínio precisaram, por exemplo, reforçar ainda mais a segurança e o zelo pelo bem-estar dos condôminos. Além de manter os cuidados básicos, como medidas contra assaltos e arrombamentos, foi preciso se reinventar e pensar em novas medidas para evitar a circulação de pessoas e, consequentemente, a propagação da COVID-19 nas áreas comuns. 

Atualmente, mais de 68 milhões de pessoas moram em condomínios no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais (ABSSP), o que nos alerta para a necessidade de se ter uma gestão condominial que se preocupe com a saúde dos moradores neste momento tão delicado que estamos vivendo. Pensando nisso, o Ministério da Saúde divulgou algumas recomendações de medidas preventivas para condomínios, tais como:

  • Manter as áreas comuns ventiladas.
  • Disponibilizar para funcionários acesso fácil (antecedendo ao acesso de elevadores e/ou escadas) à pias providas com água corrente, sabonete líquido, toalhas descartáveis, lixeiras com tampa acionada por pedal ou álcool gel 70% em pontos estratégicos.  
  • Disponibilizar em pontos distintos e estratégicos de entrada do condomínio dispenser contendo álcool 70% gel.  
  • Disponibilizar e estabelecer, por meio da administração do condomínio ou congênere, o uso obrigatório de EPIs aos funcionários, como: luvas, máscaras, touca e aventais de acordo com a atividade a ser realizada.  
  • Realizar desinfecção dos bebedouros com álcool 70% frequentemente. Aqueles bebedouros cujos dispositivos permitam o contato ou a proximidade entre a boca e o dispensador da água, deverão ser indisponibilizados para evitar a contaminação.
  • Manter fechados espaços de academias, salões de festas e outros espaços comuns a todos.
  • Intensificar a higienização dos ambientes de uso comum, incluindo maçanetas, torneiras, porta papel toalha, botões de elevadores, corrimão e objetos de uso coletivo.
  • Estas e outras medidas de prevenção são de extrema importância, principalmente em locais com grande circulação de pessoas, como os condomínios, tendo em vista que ainda é o lugar em que as pessoas transitam para ir ao mercado, retornar do trabalho e podem estar assintomáticas e transmitir o vírus. 
  • Uma das principais decisões tomadas para reforçar esses cuidados nos condomínios foi o fechamento das áreas comuns. Assim, síndicos e administradoras puderam ter um maior controle, impedir aglomerações e continuar zelando pelo bem-estar dos moradores, funcionários e visitantes. Não existe nenhuma lei que assegure que o síndico pode proibir a utilização e a permanência em áreas comuns. De acordo com o Artigo 1.331 do Código Civil, os condôminos além de possuírem a sua unidade privativa, também são donos dos espaços comunitários, tais como, elevador, solo e a estrutura do condomínio.

Porém, o síndico pode estabelecer novas normas para evitar aglomerações nas dependências do condomínio, como:

  • O elevador deve ser utilizado apenas por X pessoas ao mesmo tempo;
  • Proibir aulas coletivas na academia ou até mesmo se for divulgado um decreto, pode fechar essa área;
  • Desligar os bebedouros em espaços comuns;
  • Adicionar álcool em gel em áreas de grande circulação e perto de objetos de uso coletivo; 
  • Proibir festas e reuniões no salão de festa e multar aqueles que descumprirem as regras. 

Promasafe: O Aliado Na Proteção Do Seu Condomínio

O artigo 1.348 do Código Civil afirma que o síndico deve conservar as partes comuns do condomínio, incluindo higienização e segurança. Por isso, além de medidas como restringir a utilização simultânea dos elevadores por famílias distintas ou disponibilizar álcool em gel em áreas estratégicas, por exemplo, síndicos e administradoras de condomínio podem contar com os produtos da linha PromaSafe para manter o coronavírus longe das áreas comuns e reforçar a proteção e segurança de todos. 

O PromaSafe é um filme plástico de proteção antibacteriano e antiviral desenvolvido especialmente para combater a propagação do vírus Sars-CoV-2, causador da doença COVID-19. Ele é usado para resguardar áreas de alto toque, como corrimões, catracas, botões de elevador, maçanetas e painéis de máquinas compartilhadas, como cafeteiras e impressoras. 

O filme é fabricado com nanotecnologia e serve como uma barreira de proteção contra microorganismos, pois conta com uma fórmula de micropartículas de prata e sílica incorporadas em sua estrutura. Os testes que comprovam sua eficácia foram realizados no laboratório de biossegurança de nível 3 do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), pela Quasar Bio, que atestou sua capacidade em eliminar 99,84% de partículas do Sars-CoV-2 em até dois minutos de contato. 

Durante a fase de testes, amostras do material com e sem essas micropartículas foram mantidas em contato direto com o virus Sars-CoV-2 em intervalos de tempo diferentes. Após os períodos estipulados, os coronavírus presentes nas amostras do material foram recolhidos e colocados em contato com as chamadas células Vero – linhagem de células utilizadas em culturas microbiológicas – para avaliar a capacidade de infecção e multiplicação após a exposição ao filme plástico. 

Os resultados indicaram uma redução de quase 100% das cópias do Sars-CoV-2 que entraram em contato com as amostras do filme adesivo que possuíam as micropartículas de prata e sílica incorporadas após dois minutos de exposição. Toda a linha PromaSafe foi desenvolvida para entrar no mercado como mais uma forma de defesa contra os organismos que ameaçam nossa saúde, sendo, além disso, uma gama de produtos práticos e de fácil instalação.

A linha conta ainda com o tapete autoadesivo e antimicrobiano, que pode ser usado tanto nos corredores dos andares e entrada dos apartamentos, quanto em áreas de maior circulação, como o hall de entrada, portaria e elevadores. Trata-se de um produto autoadesivo que elimina em até 2 minutos bactérias ou vírus, com sua eficácia também comprovada pelo ICB-USP.

E nada melhor do que poder contar com um braço direito neste momento em que administradoras e síndicos precisam, mais do que nunca, zelar pela segurança dos condôminos. Se você é um profissional deste segmento e quer saber mais sobre a linha PromaSafe, clique aqui para acessar. 

Além de proteger a saúde de moradores, funcionários e visitantes do condomínio contra o vírus, você demonstra sua preocupação com o bem-estar de todos e entrega um serviço diferenciado e de qualidade!

Autor: Matheus Eufrasio

Deixe uma resposta

pt_BRPortuguês do Brasil